Skip to main content

CASE DE CLIENTE

Do primeiro contato ao procedimento: a conversão de orçamento em cirurgia foi de 28% para 41%.

Um hospital-dia de angiologia e cirurgia vascular com duas unidades, 90 pessoas e R$26 milhões de receita anual recebia 1.900 contatos por mês e perdia a maioria no caminho até o procedimento: a central não tinha coordenação, e o orçamento cirúrgico não tinha follow-up. Em seis meses, a Leverage Now reorganizou a jornada do primeiro contato ao procedimento, e a receita mensal cresceu 40% com o mesmo centro cirúrgico. O trabalho então avançou para o cuidado pós-cirurgia.

Segmento: saúde, clínica cirúrgica.

Frentes: converter, depois entregar.

Período: seis meses.

CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

Resultados em destaque

  • 50 min → 4 min

    Tempo de primeira resposta no WhatsApp e Instagram.

  • 0%

    Faltas à consulta.

  • 0%

    Conversão de consulta em orçamento.

  • 0%

    Orçamentos com follow-up em até 48 horas.

  • 0%

    Conversão de orçamento em procedimento.

  • 95 → 160

    Procedimentos por mês.

  • 0%

    Capacidade utilizada do centro cirúrgico.

  • R$2,15 mi → R$3,00 mi

    Receita mensal.

  • 0%

    Comparecimento ao retorno pós-operatório.

  • 0%

    Pacientes novos vindos de indicação.

Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

O ponto de partida e o desafio.

A coordenação comercial e a gerência de cuidado abriram em setembro; vendedora, recepção digital e central de atendimento estavam sendo contratadas. O contato esperava 50 minutos pela resposta, 27% dos pacientes faltavam à consulta, e o orçamento do procedimento, entregue ao fim da consulta, não tinha follow-up: 80% dos pacientes nunca eram recontatados.

O desafio

Setenta e dois por cento dos orçamentos não viravam cirurgia. Como ninguém registrava motivo, a diretoria não sabia se era preço, medo, plano de saúde ou falta de retorno. Depois da cirurgia, o paciente também ficava sem dono: só 60% voltavam para o acompanhamento, o que pesava em indicação e em novos procedimentos.

A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Converter, depois Entregar. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.

ABORDAGEM

Da priorização à execução.

  • 00

    Diagnóstico e priorização

    Medimos as quatro frentes e reconstruímos o funil de 1.900 contatos até 95 procedimentos. Os orçamentos viviam em papel e no WhatsApp pessoal das recepcionistas, então colocá-los no CRM entrou como primeira iniciativa.

  • 00

    Central com coordenação

    Fila única de WhatsApp, Instagram e telefone no CRM, roteamento, SLA de cinco minutos, roteiro de agendamento, confirmação em 48 e 24 horas e lista de espera para preencher faltas. A supervisora de recepção assumiu a coordenação interina; a coordenadora comercial entrou no segundo mês.

  • 00

    Orçamento como oportunidade

    Todo orçamento registrado com valor, médico e motivo, cadência de cinco toques em 21 dias (dúvidas, financiamento, plano, agenda), uma consultora de procedimentos dedicada e relatório semanal de consulta, orçamento e procedimento por médico.

  • 00

    Segunda onda: jornada do cuidado

    Gerente de cuidado contratada; protocolo pós-operatório com contato em 24 horas, 7 e 30 dias; retornos agendados antes da alta; pesquisa de satisfação e pedido de indicação no retorno de 30 dias.

O que mudou no período.

Responder em minutos e confirmar a consulta cortou as faltas pela metade e trouxe mais pacientes ao consultório com a mesma demanda. O follow-up do orçamento, feito por uma pessoa com roteiro, recuperou pacientes que tinham só dúvida de financiamento ou de agenda: a conversão em procedimento subiu 13 pontos, e os motivos de perda mostraram que o preço pesava menos que o silêncio. Os 65 procedimentos adicionais por mês couberam no centro cirúrgico que já existia. Na segunda onda, o acompanhamento pós-operatório elevou o retorno a 90% e a indicação a 42% dos pacientes novos.

O que mudou na prática.

  • Antes

    • Antes
    • Central sem coordenação; resposta em 50 minutos
    • Orçamento em papel e sem follow-up
    • Motivo de não fechar desconhecido
    • Centro cirúrgico com 45% de ociosidade
    • Paciente sem dono depois da cirurgia
  • Depois

    • Depois
    • Fila única, SLA de cinco minutos e coordenadora em cadeira
    • Orçamento no CRM com cadência de 21 dias e consultora dedicada
    • Motivo registrado em cada orçamento perdido
    • 85% de ocupação com a mesma demanda de entrada
    • Protocolo de 24 horas, 7 e 30 dias e pedido de indicação

Quer entender quais dessas oportunidades fazem sentido para a sua empresa?

A Leverage Now analisa o contexto do negócio, identifica prioridades e orienta os próximos passos.

Your privacy choices

We use strictly necessary cookies to run this site. With your consent, we would also use analytics and marketing cookies. You can change your choice at any time from Cookie settings in the footer. Read the cookie policy