7,5 meses → 4,8 meses
Prazo médio até o go-live.
CASE DE CLIENTE
Um ERP para fazendas, cooperativas e revendas agrícolas com R$78 milhões de receita anual vivia o maior volume de implantações da história, 38 projetos simultâneos, com consultores entrando e sem gestão de escopo e prazo. O go-live contratado para quatro meses levava sete e meio, e a receita de licença ficava parada no caminho. Em seis meses, a Leverage Now deu método e gestão à implantação e depois levou rotina ao sucesso do cliente.
De 12% para 28%
Evolução registrada em seis meses.
CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
7,5 meses → 4,8 meses
Prazo médio até o go-live.
0%
Projetos entregues no prazo contratado.
14 → 24
Go-lives no semestre.
R$720 mil → R$1,15 mi
MRR de licenças ativado no semestre.
0%
Horas de implantação não faturadas.
0%
Capacidade utilizada dos consultores.
35 → 12
Chamados nos 30 dias após o go-live, por projeto.
0%
Margem dos serviços de implantação.
20 → 48
NPS pós-implantação.
0%
Clientes da base que compraram módulo adicional no ano.
Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
A gerência de projetos de implantação abriu em setembro e quatro vagas de consultor em outubro, enquanto escopo, prazo e horas eram controlados por cada consultor na própria planilha. Como a receita de licença só começa a correr no go-live, cada mês de atraso em 38 projetos era faturamento adiado.
Um quarto das horas de implantação não era faturado, porque o escopo crescia sem aditivo, e os consultores trabalhavam a 110% da capacidade, o que gerava retrabalho e chamados em cascata depois da virada. A coordenação de sucesso do cliente, aberta desde agosto, deixava quem já usava o ERP apenas com o suporte, e a expansão de módulos andava devagar.
A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Entregar, depois Reter. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.
ABORDAGEM
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Medimos as quatro frentes: Atrair e Converter estavam saudáveis (ciclo de 90 dias, pipeline cheio) e Reter renovava 93%, com pouca expansão. Entregar estava no limite e segurava a receita das outras três.
00
Inventário dos 38 projetos com fase, horas previstas e realizadas, bloqueios e data de go-live; painel semanal; critério objetivo de go-live (dados migrados, três ciclos de faturamento testados, usuários treinados). Um coordenador sênior assumiu a gestão interina, e o gerente entrou no segundo mês.
00
Pacotes de escopo fechado por porte (fazenda, cooperativa, revenda), fases com portões de passagem, aditivo obrigatório para o que sai do escopo, alocação por capacidade de 85%, sala de guerra para os doze projetos mais atrasados e hipercare de 30 dias após a virada.
00
Coordenação de CS contratada sobre carteiras por segmento, revisão semestral de uso de módulos e plano de expansão com gatilhos (nova safra, novo CNPJ, novo armazém).
Com critério de go-live e portões por fase, os projetos pararam de ficar meses em "quase pronto": dez a mais viraram no semestre, e o MRR ativado no período cresceu 60%. O aditivo obrigatório recuperou 16 pontos de horas faturadas, e a alocação a 85% cortou o retrabalho pós-virada em dois terços, o que explica a margem de serviços de 12% para 28%. Com clientes entrando em produção satisfeitos, o CS da segunda onda encontrou uma base disposta a comprar módulos: a expansão anual dobrou.
A Leverage Now analisa o contexto do negócio, identifica prioridades e orienta os próximos passos.