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CASE DE CLIENTE

O go-live parou de escorregar: 24 projetos entregues no semestre, contra 14, com margem de serviços de 12% para 28%.

Um ERP para fazendas, cooperativas e revendas agrícolas com R$78 milhões de receita anual vivia o maior volume de implantações da história, 38 projetos simultâneos, com consultores entrando e sem gestão de escopo e prazo. O go-live contratado para quatro meses levava sete e meio, e a receita de licença ficava parada no caminho. Em seis meses, a Leverage Now deu método e gestão à implantação e depois levou rotina ao sucesso do cliente.

  • Segmento: software, ERP agro.
  • Frentes: entregar, depois reter.
  • Período: seis meses.
  • Produto de referência: Leverage Unlock.

De 12% para 28%

Evolução registrada em seis meses.

CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

Resultados em destaque

  • 7,5 meses → 4,8 meses

    Prazo médio até o go-live.

  • 0%

    Projetos entregues no prazo contratado.

  • 14 → 24

    Go-lives no semestre.

  • R$720 mil → R$1,15 mi

    MRR de licenças ativado no semestre.

  • 0%

    Horas de implantação não faturadas.

  • 0%

    Capacidade utilizada dos consultores.

  • 35 → 12

    Chamados nos 30 dias após o go-live, por projeto.

  • 0%

    Margem dos serviços de implantação.

  • 20 → 48

    NPS pós-implantação.

  • 0%

    Clientes da base que compraram módulo adicional no ano.

Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

O ponto de partida e o desafio.

A gerência de projetos de implantação abriu em setembro e quatro vagas de consultor em outubro, enquanto escopo, prazo e horas eram controlados por cada consultor na própria planilha. Como a receita de licença só começa a correr no go-live, cada mês de atraso em 38 projetos era faturamento adiado.

O desafio

Um quarto das horas de implantação não era faturado, porque o escopo crescia sem aditivo, e os consultores trabalhavam a 110% da capacidade, o que gerava retrabalho e chamados em cascata depois da virada. A coordenação de sucesso do cliente, aberta desde agosto, deixava quem já usava o ERP apenas com o suporte, e a expansão de módulos andava devagar.

A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Entregar, depois Reter. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.

ABORDAGEM

Da priorização à execução.

  • 00

    Diagnóstico e priorização

    Medimos as quatro frentes: Atrair e Converter estavam saudáveis (ciclo de 90 dias, pipeline cheio) e Reter renovava 93%, com pouca expansão. Entregar estava no limite e segurava a receita das outras três.

  • 00

    Visibilidade

    Inventário dos 38 projetos com fase, horas previstas e realizadas, bloqueios e data de go-live; painel semanal; critério objetivo de go-live (dados migrados, três ciclos de faturamento testados, usuários treinados). Um coordenador sênior assumiu a gestão interina, e o gerente entrou no segundo mês.

  • 00

    Método de implantação

    Pacotes de escopo fechado por porte (fazenda, cooperativa, revenda), fases com portões de passagem, aditivo obrigatório para o que sai do escopo, alocação por capacidade de 85%, sala de guerra para os doze projetos mais atrasados e hipercare de 30 dias após a virada.

  • 00

    Segunda onda: sucesso do cliente

    Coordenação de CS contratada sobre carteiras por segmento, revisão semestral de uso de módulos e plano de expansão com gatilhos (nova safra, novo CNPJ, novo armazém).

O que mudou no período.

Com critério de go-live e portões por fase, os projetos pararam de ficar meses em "quase pronto": dez a mais viraram no semestre, e o MRR ativado no período cresceu 60%. O aditivo obrigatório recuperou 16 pontos de horas faturadas, e a alocação a 85% cortou o retrabalho pós-virada em dois terços, o que explica a margem de serviços de 12% para 28%. Com clientes entrando em produção satisfeitos, o CS da segunda onda encontrou uma base disposta a comprar módulos: a expansão anual dobrou.

O que mudou na prática.

  • Antes

    • Antes
    • 38 projetos controlados em planilhas de cada consultor
    • Escopo crescia sem aditivo; 25% das horas sem faturar
    • Consultores a 110%; retrabalho e chamados em cascata
    • Gerência de implantação e coordenação de CS vagas
    • Receita de licença presa em projetos atrasados
  • Depois

    • Depois
    • Inventário único, painel semanal e critério objetivo de go-live
    • Pacotes fechados por porte e aditivo obrigatório
    • Alocação a 85% e hipercare de 30 dias
    • Ambas contratadas sobre método e carteiras prontos
    • 24 go-lives no semestre e MRR ativado 60% maior

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