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Contratos fechados pelos sócios.
CASE DE CLIENTE
Uma empresa de formaturas, eventos corporativos e estandes com R$48 milhões de receita anual e unidades em duas capitais procurava um diretor comercial havia dez meses. Enquanto isso, os sócios apresentavam, negociavam e assinavam 70% dos contratos. Em seis meses, a Leverage Now tirou a venda da agenda dos sócios com pipeline único, playbook e alçadas: 36 turmas assinadas no semestre, contra 24, com desconto médio de 8%.
70% → 25% contratos fechados pelos sócios
Evolução registrada em seis meses.
CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
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Contratos fechados pelos sócios.
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Turmas em pipeline registradas no CRM.
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Conversão de apresentação em contrato.
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Desconto médio.
74 dias → 46 dias
Ciclo da apresentação à assinatura.
24 → 36
Contratos de turma assinados no semestre.
R$14,4 mi → R$22,7 mi
Valor contratado no semestre.
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Turmas novas vindas de indicação de comissão.
45 → 68
NPS das comissões após o evento.
Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
BDRs, consultores e executivos entravam para prospectar comissões de formatura, mas quem apresentava proposta, negociava desconto e assinava eram os sócios, em duas cidades. A agenda deles era o limite da empresa.
As turmas viviam em planilhas de cada consultor; o CRM tinha 40% do pipeline. Sem cadência, a comissão que não respondia ficava semanas sem follow-up e fechava com o concorrente. Sem alçada, o desconto virava argumento padrão, decidido na pressão da reunião. A gerência de marketing também estava vaga, e o time de CS, que acompanha a turma até a festa, não tinha meta de indicação para as turmas seguintes.
A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Converter, depois Reter. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.
ABORDAGEM
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Medimos as quatro frentes: a operação de eventos tinha capacidade para 70 turmas por ano, contra 55 vendidas, e a base mapeada passava de 900 turmas. O gargalo estava em transformar apresentação em contrato.
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Todas as turmas no CRM com etapa (mapeada, contato, apresentação, proposta, negociação, assinatura), próximo passo obrigatório, cadência de seis toques após a apresentação e revisão semanal por praça.
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Roteiro de apresentação à comissão com três pacotes, proposta gerada a partir do CRM, alçada de desconto por nível (consultor até 5%, coordenador até 10%, sócio acima disso) e comissão do time atrelada à margem. Sócios passaram a entrar só em turmas acima de 200 formandos. O diretor comercial foi contratado no quarto mês.
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Pesquisa de satisfação após cada evento, pedido de indicação à comissão para turmas de outros cursos, benefício para a turma que indica e oferta de eventos corporativos para as empresas patrocinadoras.
Com o pipeline inteiro visível e cadência depois da apresentação, a conversão subiu dez pontos e o ciclo encurtou quase um mês; a comissão passou a decidir com a proposta ainda quente. A alçada de desconto reduziu pela metade o que era dado por hábito, e os 36 contratos do semestre valeram 58% a mais que os 24 anteriores. O diretor comercial assumiu um time que já fechava sem os sócios. Na segunda onda, a indicação de comissões, antes por acaso, passou a trazer um terço das turmas novas.
A Leverage Now analisa o contexto do negócio, identifica prioridades e orienta os próximos passos.