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CASE DE CLIENTE

Um dono para o funil inteiro: a reunião gerada pelo marketing passou a virar receita.

Uma proptech com R$22 milhões de receita recorrente anual, que vende dados de mercado para incorporadoras, imobiliárias e bancos, montava vendas e marketing ao mesmo tempo, sem alguém que respondesse pelo funil inteiro. Em seis meses, a Leverage Now criou um dicionário único de funil, colocou velocidade na passagem para vendas e deu meta de pipeline ao marketing: a receita nova mensal cresceu 68%.

  • Segmento: proptech, dados e inteligência de mercado.
  • Frentes: converter, depois atrair.
  • Período: seis meses.
  • Produto de referência: Leverage Unlock.

R$380 mil → R$640 mil receita nova contratada por mês (arr)

De R$ 380 mil para R$ 640 mil.

CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

Resultados em destaque

  • 0%

    Conversão de MQL em reunião.

  • 26 horas → 15 minutos

    Tempo de primeira resposta ao lead.

  • 0%

    Comparecimento às demonstrações.

  • 0%

    Conversão de reunião em proposta.

  • 58 dias → 41 dias

    Ciclo de venda.

  • 0%

    Oportunidades com campanha de origem registrada.

  • ±35% → ±10%

    Erro do forecast mensal.

  • R$380 mil → R$640 mil

    Receita nova contratada por mês (ARR).

  • 19 meses → 12 meses

    Payback do CAC.

  • 0%

    Participação da vertical rural no pipeline.

Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

O ponto de partida e o desafio.

Executivos e closers entravam desde julho, a coordenação de marketing abriu em agosto e, em setembro, a vaga de coordenação da "máquina de receita", a pessoa que responderia pelo funil de ponta a ponta. Enquanto isso, marketing media MQL, vendas media fechamento e ninguém media a passagem. Só 11% dos MQLs viravam reunião, o lead esperava 26 horas pelo primeiro contato, e cada lado culpava o outro pela qualidade.

O desafio

O CEO fazia o forecast juntando planilhas das duas áreas, e o conselho via números diferentes a cada mês. A vertical de dados rurais, lançada no ano anterior, não tinha conteúdo nem roteiro próprio e vendia por acaso.

A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Converter, depois Atrair. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.

ABORDAGEM

Da priorização à execução.

  • 00

    Diagnóstico e priorização

    Medimos as quatro frentes: Entregar implantava em dez dias, Reter tinha receita líquida de expansão de 104% e Atrair gerava 640 MQLs por mês. O vazamento estava na passagem entre as áreas.

  • 00

    Um funil, um dicionário

    Definição conjunta de MQL (perfil e intenção) e SQL (reunião aceita), estágios únicos no CRM, campos de origem obrigatórios e um relatório semanal de funil de ponta a ponta, apresentado por um único responsável interino até a contratação.

  • 00

    Velocidade e cadência

    Roteamento automático do lead ao SDR em minutos, cadência de oito toques em dez dias, confirmação e lembrete de demonstração e roteiro de demo por segmento (incorporadora, imobiliária, banco).

  • 00

    Segunda onda: marketing com meta de pipeline

    Meta de SQLs e de pipeline por vertical, conteúdo por caso de uso (viabilidade de terreno, precificação, crédito), materiais para a vertical rural e a coordenação da máquina de receita contratada no quarto mês sobre o funil já desenhado.

O que mudou no período.

Com uma definição só de MQL, a discussão sobre qualidade de lead acabou: marketing passou a ser cobrado por reunião aceita, e vendas por fechamento a partir dela. A resposta em minutos e a cadência mais que dobraram a conversão em reunião, e o comparecimento às demos subiu 21 pontos com confirmação e lembrete. O forecast passou a sair de um sistema único, e o conselho voltou a ver um número por mês. A vertical rural, com conteúdo próprio, saiu de venda por acaso para 12% do pipeline.

O que mudou na prática.

  • Antes

    • Antes
    • Marketing media MQL, vendas media fechamento; ninguém media a passagem
    • Lead esperava 26 horas; 11% viravam reunião
    • Forecast feito pelo CEO em planilhas de duas áreas
    • Coordenações de marketing e de receita vagas, time crescendo sem processo
    • Vertical rural vendida por acaso
  • Depois

    • Depois
    • Funil único com dono, relatório semanal de ponta a ponta
    • Resposta em 15 minutos; 24% viram reunião
    • Forecast por estágio no CRM, erro de ±10%
    • Coordenação contratada sobre funil desenhado e meta de pipeline
    • Conteúdo e roteiro próprios; 12% do pipeline

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A Leverage Now analisa o contexto do negócio, identifica prioridades e orienta os próximos passos.

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