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Disponibilidade média dos robôs.
CASE DE CLIENTE
Uma empresa que opera 260 robôs de serviço por assinatura em hospitais, shoppings e hotéis, com 40 pessoas e R$11 milhões de receita anual, procurava um gerente de manutenção e suporte desde maio. Técnicos entravam, mas chamados esperavam viagem, peças faltavam e a disponibilidade média era de 91%, visível na recepção de cada cliente. Em seis meses, a Leverage Now deu triagem, SLA e preventiva ao suporte e depois transformou a confiança recuperada em expansão: 70 robôs a mais na base e receita mensal 27% maior.
Segmento: robótica de serviço, assinatura.
Frentes: entregar, depois converter.
Período: seis meses.
CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
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Disponibilidade média dos robôs.
4,5 dias → 10 horas
Tempo médio de reparo.
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Chamados resolvidos remotamente.
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Manutenções preventivas em dia.
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Renovação dos contratos anuais vencidos no período.
3,7 → 4,6
Robôs por cliente.
260 → 330
Robôs instalados.
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Receita do maior cliente.
28 → 61
NPS.
R$910 mil → R$1,16 mi
Receita mensal.
Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
Engenheiro, técnico de suporte e técnico de implantação foram contratados, mas sem triagem, sem SLA e sem estoque de peças por região. Quinze por cento dos chamados eram resolvidos remotamente; o resto esperava uma viagem, em média 4,5 dias com o robô parado. Quem via o robô parado era o cliente do cliente.
A expansão também travava: a vaga de gerente comercial de expansão, aberta na mesma época, seguia vazia, e vender o quarto robô para quem já tinha três dependia da diretoria e esbarrava no suporte ruim. O maior cliente respondia por 18% da receita, perto do limite de risco de cliente-chave.
A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Entregar, depois Converter. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.
ABORDAGEM
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Medimos as quatro frentes: a demanda nova vinha por indicação, a venda nova convertia bem, e a retenção caía por causa do suporte. Os chamados viviam no WhatsApp dos técnicos, então um sistema de chamados com telemetria entrou como primeira iniciativa.
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Alertas automáticos dos robôs abrem chamado, triagem remota em 15 minutos, classificação por severidade e SLA por nível (crítico em 8 horas), painel de disponibilidade por cliente e por robô. O engenheiro sênior assumiu a gerência interina; o gerente entrou no terceiro mês.
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Estoque de peças críticas em três polos regionais, kit de peças por técnico, preventiva mensal com checklist, atualização remota de software, base de conhecimento das 20 falhas mais comuns e treinamento do cliente para reinício básico.
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Relatório mensal de disponibilidade e uso por cliente, gatilho de expansão quando a ocupação do robô passa de 80%, proposta padrão de robô adicional com desconto escalonado, revisão de renovação 90 dias antes do vencimento e gerente de expansão contratado no quarto mês sobre o processo.
Com triagem remota e peças a uma viagem de distância, o robô parado passou a voltar em dez horas, não em quatro dias e meio, e mais da metade dos chamados nem precisou de técnico. A disponibilidade de 98,5% virou argumento no relatório mensal que cada cliente passou a receber, e a renovação subiu 22 pontos. Na segunda onda, o gatilho de ocupação mostrou onde o quarto e o quinto robô já faziam sentido: a base cresceu 70 robôs quase toda dentro de clientes atuais, e o maior cliente caiu para 14% da receita sem perder um robô.
A Leverage Now analisa o contexto do negócio, identifica prioridades e orienta os próximos passos.