0%
Churn mensal.
CASE DE CLIENTE
Um SaaS de gestão de equipes externas, com R$30 milhões de receita recorrente anual e 3.400 clientes que gerenciam técnicos de campo pelo sistema, contratava para a operação de CS enquanto a supervisão que acompanha a saúde de cada conta seguia vaga. A base encolhia 4% ao ano em receita apesar da venda nova forte. Em seis meses, a Leverage Now segmentou a carteira, criou health score e rotina de risco, e depois levou o mesmo rigor ao inbound: o churn caiu de 1,9% para 1,2% ao mês.
De 96% para 108%
Evolução registrada em seis meses.
CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
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Churn mensal.
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Receita líquida de retenção (NRR).
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Contas com health score e dono.
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Carteira com contato proativo no trimestre.
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Renovação dos contratos anuais vencidos no período.
R$35 mil → R$55 mil
Expansão de MRR por mês (licenças e módulos).
38 → 55
NPS.
5 horas → 8 minutos
Tempo de primeira resposta ao lead inbound.
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Conversão de lead inbound em reunião.
R$2,50 mi → R$2,75 mi
MRR.
Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.
Relacionamento, pós-vendas e grandes contas estavam contratando, mas a supervisão de Customer Success Ongoing estava aberta desde agosto. Sem ela, os CSMs atendiam quem chamava, a renovação era descoberta no mês do vencimento, e a expansão dependia de o cliente pedir mais licenças.
No comercial, a supervisão de inbound também estava vaga: 1.100 leads por mês esperavam em média cinco horas pelo primeiro contato, e SDRs e BDRs entravam sem cadência definida.
A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Reter na primeira onda, Converter na segunda. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.
ABORDAGEM
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Medimos as quatro frentes: Entregar rodava dentro do SLA de suporte e Atrair gerava volume estável. Os vazamentos estavam na base instalada e na passagem do inbound para vendas.
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Base segmentada em três carteiras (grandes contas, médias e long tail digital), health score com uso de ordens de serviço, usuários ativos, tickets e atraso de pagamento, alertas de risco e meta de contato proativo por carteira. A gerente de operações assumiu a supervisão interina; a vaga fechou no terceiro mês.
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Playbook de risco com contato em 48 horas quando o score cai, revisão de renovação 90 dias antes do vencimento, reunião trimestral com grandes contas e oferta de expansão disparada por gatilho de uso (técnicos acima do plano).
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Roteamento automático do lead, SLA de dez minutos, cadência de sete toques, qualificação em quatro perguntas e revisão diária da fila pela supervisão contratada.
Com dono e score em cada conta, a conversa de renovação passou a acontecer três meses antes, não no pedido de cancelamento, e a expansão por gatilho de uso trouxe R$20 mil a mais de MRR por mês sem campanha. A receita líquida de retenção cruzou 100%: a base passou a crescer sozinha, e a venda nova voltou a ser crescimento, não reposição. Na segunda onda, o inbound respondido em minutos quase dobrou a conversão em reunião com o mesmo volume de leads.
A Leverage Now analisa o contexto do negócio, identifica prioridades e orienta os próximos passos.