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CASE DE CLIENTE

Duas verticais, um processo: a venda saiu da agenda do CEO antes de os heads chegarem.

Uma software house com R$60 milhões de receita anual e 190 pessoas crescia em duas verticais, desenvolvimento de software e dados, e procurava um head comercial para cada uma. Enquanto as cadeiras não fechavam, o pipeline ficava com o CEO. Em seis meses, a Leverage Now colocou processo, cadência e forecast antes das contratações: a receita nova por trimestre cresceu 64% e a participação do CEO nos fechamentos caiu de 55% para 20%.

  • Segmento: tecnologia, serviços de software e dados.
  • Frentes: converter, depois atrair.
  • Período: seis meses.
  • Produto de referência: Leverage Unlock.

R$4,2 mi → R$6,9 mi receita nova contratada por trimestre

De R$4,2 mi para R$6,9 mi.

CASE DE CLIENTE ANONIMIZADO. Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

Resultados em destaque

  • 0%

    Vendas fechadas pelo CEO.

  • 2 dias → 2 horas

    Tempo de primeira resposta ao lead inbound.

  • 0%

    Oportunidades com próximo passo no CRM.

  • 0%

    Conversão de lead em reunião.

  • 0%

    Conversão de proposta em fechamento.

  • 96 dias → 71 dias

    Ciclo de venda.

  • ±40% → ±12%

    Erro do forecast trimestral.

  • R$4,2 mi → R$6,9 mi

    Receita nova contratada por trimestre.

  • 0%

    Conversão de MQL em reunião (marketing).

  • 0 de 2 → 2 de 2

    Heads comerciais em cadeira.

Os indicadores refletem a evolução registrada no projeto durante o período informado.

O ponto de partida e o desafio.

BDRs e executivos entravam sem playbook, e o CEO e o diretor de crescimento conduziam as oportunidades grandes, aprovavam propostas e faziam o forecast de cabeça. O CRM tinha as oportunidades, mas 31% estavam sem próximo passo, o lead inbound esperava dois dias por resposta e a proposta demorava porque dependia de quem estava viajando.

O desafio

Em paralelo, quatro vagas de marketing (SEO, GEO, copy e social) prometiam mais conteúdo para um funil que não convertia o que já chegava: só 9% dos MQLs viravam reunião.

A análise das quatro frentes e dos cinco riscos apontou a seguinte sequência de prioridades: Converter, depois Atrair. A priorização considerou o impacto potencial, o tempo para resultado, o esforço necessário e as dependências entre áreas.

ABORDAGEM

Da priorização à execução.

  • 00

    Diagnóstico e priorização

    Medimos as quatro frentes: os squads de Entregar rodavam a 88% de alocação, com espaço para crescer, e Reter renovava 91% dos contratos. O vazamento estava em Converter, e a dependência do CEO acendeu o risco de pessoa-chave.

  • 00

    Processo antes das pessoas

    Etapas e critérios de saída por vertical, próximo passo obrigatório, roteamento automático do inbound com SLA de duas horas e revisão semanal de pipeline de 45 minutos conduzida pelo diretor de crescimento.

  • 00

    Playbook por vertical

    Qualificação em quatro perguntas (dor, orçamento, decisor, prazo), roteiro de descoberta, biblioteca de propostas, alçadas de desconto por nível e passagem documentada de BDR para executivo. Forecast por estágio com probabilidade histórica em vez de intuição.

  • 00

    Heads e marketing

    Os dois heads entraram nos meses 3 e 4 sobre o processo pronto, com meta por vertical. Marketing passou a ter meta de reunião qualificada, e o conteúdo de SEO e GEO foi alinhado aos casos de uso que já vendiam.

O que mudou no período.

Com próximo passo em quase todas as oportunidades e alçadas definidas, a proposta parou de esperar a diretoria, e o ciclo encurtou 25 dias. O forecast passou a sair do CRM, com erro dentro de 12%, e o CEO voltou a atuar só em contas estratégicas. Os heads não herdaram um problema: receberam um processo medido e um time que já convertia 34% dos leads em reunião. O marketing, com meta de reunião em vez de volume, dobrou a conversão de MQL antes de qualquer contratação nova.

O que mudou na prática.

  • Antes

    • Antes
    • Pipeline das duas verticais com o CEO; forecast de cabeça
    • 31% das oportunidades sem próximo passo; inbound esperando dois dias
    • Propostas e descontos dependiam de quem estava viajando
    • Heads comerciais vagos; BDRs e executivos sem playbook
    • Marketing crescendo em volume de conteúdo
  • Depois

    • Depois
    • Processo por vertical, revisão semanal e forecast por estágio
    • Próximo passo obrigatório e resposta em duas horas
    • Biblioteca de propostas e alçadas por nível
    • Heads contratados sobre playbook pronto e metas por vertical
    • Marketing com meta de reunião qualificada por vertical

Quer entender quais dessas oportunidades fazem sentido para a sua empresa?

A Leverage Now analisa o contexto do negócio, identifica prioridades e orienta os próximos passos.

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